terça-feira, 18 de novembro de 2014

Atração

Todas as coisas pelas quais passamos na vida, nos prepara para a próxima cena que iremos integrar. Recentemente essa verdade ficou bem evidente quando encontrei um elemento novo para compartilhar minha realidade. Parece que as coisas que geralmente te atraí, também é atraído por vc. Vc passa a fazer parte de um universo criado por vc e também criado para vc... Vou explicar: Se vc gosta de pessoas com um determinado nível de instrução, de um determinado grupo social, com uma classe de gostos... Bom geralmente, esse estilo de pessoa também vai se destacar na sua multidão, mas sem explicação, vc também vai se destacar na multidão desse grupo de pessoas. Ao gostar dessa classe de pessoas, invariavelmente, vc adotará uma lista de posturas e ações que faram com que essa classe de pessoas também gostem de vc...
A mecânica do universo é sempre essa. Não importa se vc seja bonita ou feia, gorda ou magra, inteligente ou sem instrução... O que importa é gravitacionar sobre seus gostos, impingir características especificas a ele e ele também te marcará com características dele... Vamos observar!!!! As coisas que acontecem são interessantes e possuem um padrão incrível e quase indescritível... Mas quase...

terça-feira, 11 de novembro de 2014

O CAFÉ DA MANHA

Me levantei calmamente tentando me lembrar de onde estava, espreguicei olhando pra fora e ainda estava escuro, algo de agourento naquela paisagem fez meu corpo estremecer. Fechei a cortina fui para o banheiro, escovei os dentes e os cabelos, hoje eles precisavam de uma amaciada, pois, no dia anterior chovera e eu andara em toda aquela chuva que chegou de repente, eu caminhava entre as arvores com meu livro favorito do Harry Potter, Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban. Eu amo Sirius Black e vivendo naquela casa achava que tudo era possível, e porque não poderia receber uma carta para Hogwarts? Me casaria com algum animago megafodástico e  seria uma bruxa muito poderosa, mas estava atrasada, tinha mais de onze anos e parecia q essa realidade irreal era somente escrita para justificar que coisas estranhas como a minha vida eram possíveis e plausíveis e isso me confortava, me fazia aceitar melhor toda aquela estranheza.
Olhei para o espelho e sorri, sussurrei baixinho Alohomora, mas ele não se abriu, suspirei e escovei os cabelos finalizando com a prancha recém usada e quentíssima. Minha vida até que era razoavelmente boa, não tinha muita necessidade de contato social e tinha algum (de certa forma), não precisava me preocupar com as contas de casa nem com a dispensa que sempre estava abastecida. Ainda de pijama, desci as escadas com meus chinelos chicoteando a sola dos meus pés. Desci rápido e liguei o computador da copa, coloquei no meu site de musicas favoritos e ativei o playlist, começou a tocar a música enquanto rolava o clipe que eu amava, Pink, Try... É outra coisa de que gosto muito: dança e aquele vídeo ela dava um show de dança contemporânea, era uma artista completa. Fui retirando as coisas dos armários e o café, somente Gabriel tomava café em casa, mas eu gostava da rotina e do aroma, mas não do gosto... Enquanto o café pingava na cafeteira, eu pegava os pães quentes que alguém comprara e colocava numa cesta na mesa, deixava a água com açúcar no fogo para o chá de Xanda (Alexandra) e do Ramon e esquentava o leite para o achocolatado que do Natan e da Marry (Mariana), terminada a rotina, pegava meu pão quentinho com leite gelado e achocolatado e ia pra copa, sentava no chão e usava a mesinha de centro como apoio, enquanto terminava de assistir o clipe agora de era Cold Play cantando Science, uma música q me dava paz, mas já estava no fim, começou a tocar um arranjo de Ricardo Arjona com Gaby Moreno Fuíste tu... Ouvindo desatenta a letra, tive um insight, uma memória que nem sabia se era real, eu chorando desesperada enquanto um rapaz claro de cabelos castanhos me olhava friamente, quando ele abriu a boca para gritar, corri para desligar a musica. Engasguei com o pão e saiu leite até pelo meu nariz quando um sentimento de tristeza bateu sobre meu coração. Vi Marry entrar na cozinha e pegar seu café, em um minuto estava ao meu lado e a memória já tinha acalmado, como se fosse um sonho distante ou a cena de um filme dramático... Ela tinha mania de me abraçar e era o melhor abraço que eu já tinha experimentado, era abraço de quem gostava e eu sentia isso, depois calmamente ela se foi e fiquei um tempo parada olhando ela ir, era linda, branca com cabelos cacheados negros e olhos imensos com longos cílios. Não sei porque a achava tão bonita, o cabelo era um pouco cheio demais, mas ela era natural... completamente natural... A cabeleira indo quase na cintura... e subiu levemente, leve, parecia uma boneca. Voltei para o computador e fui assistir uma serie de Tv online "A feia mais bela", uma comédia que as vezes sentia q se assemelhava a mim, se bem q não me preocupava muito o fato de ser feia e já tinha aceitado a ideia (ali onde não tinha tanto contato com o mundo externo isso não me parecia importante), se bem que queria tanto que existisse algum Aldo Domenzaín em algum lugar que me amasse tanto e q fosse uma pessoa q me amasse independente de aparecia ou qualquer outro tipo de status social... As vezes pensar nisso doía... Mas em contrapartida Alice, Tomaz e tantos outros personagens caricatos me faziam rir bastante... As nuvens estavam se formando mais densas lá fora e parecia q ia cair um pé d'água do caramba... Relâmpagos iluminavam o céu e corri para verificar se todas as janelas do térreo estavam fechadas... hoje não daria pra sair... seria um dia monótono dentro de casa... já havia ouvido os passos ásperos de Xandra e geralmente ela levava o café para o restante na biblioteca no andar de cima... Xandra era forte e parecia uma dessas halterofilistas, grande e femininamente definida, com braços fortes e cara fechada, cabelos crespos longos e grossos, poderia ser ela que usava minha prancha, mas nunca encontrei um fio sequer e acredito q como eu os meus os fios de cabelo dela ficaria em algum lugar... fui para o andar de cima, peguei meu edredom e me aconcheguei no chão, conectei o cpu na tv e continuei assistindo a feia mais bela, fiquei assim até as 9hs, mas comecei a ficar entediada... pensei em jogar nintendo wii, mas não queria matar zumbis... Queria ler algo novo algo diferente, talvez um drama ou um romance policial... Se eu desse um pulinho na biblioteca... Desliguei a tv e me encaminhei a biblioteca ainda com os chinelos chicoteando meus calcanhares... Tentei fazer menos barulho, encontrei com Ramon no caminho, ele me olhou com um quê de indagação, mas não disse nada, as vezes ele revezava com Marry para fazer o almoço... Entrei vagarosamente na biblioteca e 4 pares de olhos de diferentes tons me cercaram com curiosidade, como ninguém falou nada e eu mal ouvia suas vozes, passei direto e fui procurar algo nas prateleiras... Sentia os olhares perfurando minhas costas, mas em pouco tempo fiquei pensativa absorvida pelos livros e títulos... alguns pareciam bem interessantes. Mas um de capa dura e extremamente velho me chamou atenção, parecia coisa de Jane Austen... Um romance... Poderia valer a pena...
Escrito por Lilian Santos

Próximo Capitulo: O Inimigo se manifesta

O COMEÇO

Tudo parecia fazer parte de um sonho, ainda estava escuro lá fora e o ambiente dessa casa sempre me deixava com uma sensação de irrealidade como se as paredes fossem se desfazer ao simples toque da minha mão. Todos os dias ao abrir os olhos eu tinha essa sensação, mas ao procurar as pistas estavam elas todas lá. A minha prancha ainda quente no banheiro e eu nem sabia quem a usava, mas todos os dias quando eu acordava ela já estava quente, era sinistro imaginar que alguém entrara no meu quarto enquanto ainda estava dormindo e usara meu banheiro... A bem da verdade, muita coisa estranha acontecia nessa casa, por exemplo, o fato de que eu não me lembro de nenhuma parte da minha infância e nem de uma família real, me lembro q sempre foi assim. Não adiantava perguntar, eu quase não me encontrava com nenhum deles, esbarrava com eles pela casa ao que me balbuciava um cumprimento e passava adiante com os rostos pensativos e as vezes contemplando a paisagem... A casa era uma dessas casas de fazenda antiga, ainda que como se colhia e produzia eu não sabia, já tentara descobrir, mas não conseguira pegar sequer um trabalhador entre os pomares ou nas cocheiras, ao redor disso, tudo era um emaranhado de arvores e vegetação q se adensava a medida que se entrava nela. Eu sabia meu endereço, apesar de nunca ter ido muito longe, estava no Mato Grosso, estava entre a cidade de Passo da Julia e Esperança da índia, me lembro vagamente de uma vez em que fui a cidade comprar coisas pessoais e alguém me perguntara de onde eu era e logo saiu um: "Sou mineira", sem querer... alguma coisa me dizia que eu já tinha estado em Minas Gerais e o vinculo com esse estado era forte, nesse dia não apareceu ninguém na casa enquanto minha vontade de perguntar não sedia, até q achei q estava sozinha, então, novamente eles começaram a aparecer de relance. Gostava de ler sob as arvores coníferas e quando tinha um tempo bom, nadava um pouco no rio q passava pelo meio de toda aquela vegetação, era maravilhoso... Mas não compensava toda aquela duvida, eu não sabia o que eles eram, mas sabia que não eram normais e já me acostumara com isso. Vez por outra havia uma agitação na casa que era quebrada por uma ainda mais anormal calmaria... Eram cinco e hoje ao abrir os olhos havia uma eletricidade quase palpável no ar, se eu soubesse que o dia seria uma loucura, teria voltado para a cama...

escrito por Lilian Santos,
Próximo capítulo.  "No café da manhã"

domingo, 9 de novembro de 2014

Os legados de Lorien

Os Legados de Lorien



Na série Os Legados de Lorien, o planeta Lorien foi destruído pelos mogadorianos – um grupo de outro planeta que conquistou Lorien em busca de seus recursos naturais – e seus habitantes foram dizimados. Somente nove crianças e seus guardiões sobreviveram e exilaram-se na Terra. As crianças são a Garde de Lorien: o grupo de lorienos dotados de poderes sobre-humanos, os Legados, responsável pela proteção de sua raça. Os mogadorianos, porém, os seguiram até a Terra para caçá-los, e três já foram encontrados. Eles querem agora o Número Quatro, o próximo da ordem numérica.
A Garde tem que unir suas forças para vencer os mogadorianos, e assim poder voltar ao seu planeta natal e reconstruí-lo.


Eu Sou o Número Quatro
O Poder dos Seis
A Ascensão dos Nove
A Queda dos Cinco
A Vingança dos Sete


Leia também: Os Arquivos Perdidos
Tradução/digitalização por: Comunidade Traduções e Digitalizações

Jogos Vorazes

Jogos Vorazes



Jogos Vorazes é um romance para jovens adultos escrito por Suzanne Collins. Narrado em primeira pessoa, o livro acompanha Katniss Everdeen, uma garota de dezesseis anos que vive em um mundo pós-apocalíptico em um país chamado Panem - a antiga América do Norte.
O país é dominado por uma metrópole tecnologicamente avançada chamada Capital, que realiza anualmente os Jogos Vorazes. Nesses Jogos, dois tributos de cada Distrito, um garoto e uma garota entre doze e dezoito anos, são escolhidos através de um sorteio para participar de uma batalha televisionada em uma arena da qual apenas um deles deve sair vitorioso e sobreviver.


Tradução por: Shadow Secrets

Harry Potter 7 (Fodástico)

Harry Potter e as Relíquias da Morte

Harry foi sobrecarregado com uma tarefa funesta e aparentemente impossí¬vel: localizar e destruir as Horcruxes de Voldemort ainda existentes. O garoto jamais se sentiu tão sozinho ou diante de um futuro tão sombrio. De alguma forma, porém, Harry precisa reunir em seu íntimo forças para completar a incumbência recebida. Precisa deixar o calor, a segurança e convívio n’Toca e seguir, sem medo nem hesitação, o caminho inexorável que se abre à sua frente.
Neste volume final da série Harry Potter, J.K. Rowling revela de modo espetacular as respostas que os leitores aguardam, ansiosos. A narrativa fascinante e esmeradamente tecida, que se precipita, desvia e gira em um ritmo vertiginoso, comprova que a autora é uma exímia contadora de histórias, cujos livros serão sempre lidos, relidos e lidos mais uma vez.

Capítulo 1 - A ascensão do Lorde das Trevas
Capítulo 2 - In memoriam
Capítulo 3 - A partida dos Dursley
Capítulo 4 - Os sete Potters
Capítulo 5 - Guerreiro caído
Capítulo 6 - O vampiro de pijama
Capítulo 7 - O desejo de Alvo Dumbledore
Capítulo 8 - O casamento
Capítulo 9 - Um lugar para se esconder
Capítulo 10 - O conto do monstro
Capítulo 11 - O suborno
Capítulo 12 - Magia é poder
Capítulo 13 - A comissão de registro dos Nascidos-trouxa
Capítulo 14 - O ladrão
Capítulo 15 - A vingança dos duendes
Capítulo 16 - Godric's Hollow
Capítulo 17 - O segredo de Batilda
Capítulo 18 - A vida e as mentiras de Alvo Dumbledore
Capítulo 19 - A corça prateada
Capítulo 20 - Xenofílio Lovegood
Capítulo 21 - A lenda dos três irmãos
Capítulo 22 - As Relíquias da Morte
Capítulo 23 - A mansão Malfoy
Capítulo 24 - O feitor de varinhas
Capítulo 25 - A casa das conchas
Capítulo 26 - Gringotes
Capítulo 27 - O último esconderijo
Capítulo 28 - O espelho desaparecido
Capítulo 29 - O diadema perdido
Capítulo 30 - A demissão de Severo Snape
Capítulo 31 - A batalha de Hogwarts
Capítulo 32 - A Varinha das Varinhas
Capítulo 33 - O conto do príncipe
Capítulo 34 - A Floresta novamente
Capítulo 35 - King's Cross
Capítulo 36 - A falha no plano
Epílogo

Harry Potter 6

Harry Potter e o enigma do príncipe

Harry Potter e o Enigma do Príncipe traz a história do sexto ano de Harry Potter na escola de magia de Hogwarts. Em meio à batalha entre o bem e o mal, o poder de Voldemort e seus seguidores está aumentando dia após dia e a luta contra Voldemort não está indo bem. Ron procura por nomes familiares nas páginas do obituário do Profeta Diário. A Ordem da Fênix já sofreu algumas perdas. Os gêmeos Weasley ampliam seus negócios. Adolescentes lutam e se apaixonam. As aulas não têm sido fáceis, embora Harry receba ajuda do misterioso príncipe. Em Hogwarts, Harry procurará pela verdadeira e completa história do menino que se tornou Lord Voldemort - e assim, descobrirá o que pode ser sua única vulnerabilidade.

Capítulo 1 - O outro ministro
Capítulo 2 - A Rua da Fiação
Capítulo 3 - Querer é poder
Capítulo 4 - Horácio Slughorn
Capítulo 5 - Fleuma demais
Capítulo 6 - A fugida de Draco
Capítulo 7 - O clube do Slugue
Capítulo 8 - O triunfo de Snape
Capítulo 9 - O príncipe mestiço
Capítulo 10 - A casa de Gaunt
Capítulo 11 - A ajudinha de Hermione
Capítulo 12 - Pratas e opalas
Capítulo 13 - Riddle, o enigma
Capítulo 14 - Felix Felicis
Capítulo 15 - O Voto Perpétuo
Capítulo 16 - Um natal muito gelado
Capítulo 17 - Uma lembrança relutante
Capítulo 18 - Surpresas de aniversário
Capítulo 19 - Campana de elfos
Capítulo 20 - O pedido de Lord Voldemort
Capítulo 21 - A sala impenetrável
Capítulo 22 - Depois do enterro
Capítulo 23 - Horcruxes
Capítulo 24 - Sectumsempra
Capítulo 25 - A vidente entreouvida
Capítulo 26 - A caverna
Capítulo 27 - A torre atingida pelo raio
Capítulo 28 - A fuga do príncipe
Capítulo 29 - O lamento da fênix
Capítulo 30 - O túmulo branco

Harry Potter 5


Harry Potter e a Ordem da Fênix

Depois de ter presenciado o retorno de Lord Voldemort no final do seu quarto ano, o quinto ano de Harry Potter se inicia de forma confusa, onde o garoto não sabe o que vai acontecer, agora que seu arquinimigo voltou. Depois de um ataque de dois dementadores, Harry é levado da casa dos Dursley á sede da Ordem da Fênix para descobrir que o mundo mágico não quer aceitar o fato de que Voldemort esta na ativa outra vez. Tentando desacreditar Harry e Dumbledore, o Ministério da Magia passa a interferir em Hogwarts, colocando dentro da escola uma Alta Inquisidora, Dolores Umbridge. Mas não vai ser tão fácil assim. Enquanto Harry e seus amigos tentam se defender da ofensiva do ministério criando um pequeno exército (Armada de Dumbledore), todos têm que lidar com algo muito mais sério: Voldemort está de volta.






Capítulo 1 - Duda dementado
Capítulo 2 - Uma revoada de corujas
Capítulo 3 - A guarda avançada
Capítulo 4 - Largo grimmauld, número doze
Capítulo 5 - A ordem da fênix
Capítulo 6 - A mui antiga e nobre casa dos Black
Capítulo 7 - O Ministério da Magia
Capítulo 8 - A audiência
Capítulo 9 - As tributações da Sra. Weasley
Capítulo 10 - Luna Lovegood
Capítulo 11 - A nova canção do Chapéu Seletor
Capítulo 12 - A professora Umbridge
Capítulo 13 - A detenção com Dolores
Capítulo 14 - Percy e Almofadinhas
Capítulo 15 - A Alta Inquisidora de Hogwarts
Capítulo 16 - No Cabeça de Javali
Capítulo 17 - Decreto da educação número vinte e quatro
Capítulo 18 - A Armada de Dumbledore
Capítulo 19 - O leão e a cobra
Capítulo 20 - A história de Hagrid
Capítulo 21 - O olho da cobra
Capítulo 22 - O hospital St. Mungus para doenças e acidentes mágicos
Capítulo 23 - Natal na enfermaria fechada
Capítulo 24 - Oclumência
Capítulo 25 - O besouro acossado
Capítulo 26 - Visto e imprevisto
Capítulo 27 - O centauro e o dedo-duro
Capítulo 28 - A pior lembrança de Snape
Capítulo 29 - Orientação vocacional
Capítulo 30 - O gigante Grope
Capítulo 31 - N.O.M.s
Capítulo 32 - De mal a pior
Capítulo 33 - Luta e fuga
Capítulo 34 - O Departamento de Mistérios
Capítulo 35 - Para além do véu
Capítulo 36 - O único a quem ele temeu na vida
Capítulo 37 - A profecia perdida
Capítulo 38 - Começa a segunda guerra - Retorna Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado

Harry Potter 4


Harry Potter e o cálice de fogo

É tempo de férias de verão e, certa noite, em seu quarto na rua dos Alfeneiros n°4, Harry Potter acorda com a cicatriz ardendo intensamente. Teve um sonho estranho, sobre o qual não conseguiu parar de pensar, intrigado, até receber aquele convite dos Weasley para assistir, nada mais nada menos, à Copa Mundial de Quadribol.

Não foi fácil convencer seu tio Válter a deixá-lo passar o resto das férias na casa da família Weasley, mas ultrapassada esta barreira, Harry começa a vibrar com todas as emoções que envolvem um jogo internacional de quadribol. A magia acontece… e é real todo o deslumbramento de nosso bruxinho órfão diante das extraordinárias equipes de atletas irlandeses e búlgaros, que se confrontam numa emocionante partida. No entanto, uma coisa terrí­vel acontece e lança uma sombra sobre tudo e, principalmente, sobre Harry Potter.

O recomeço de mais um ano letivo vem amenizar os temores de Harry, que compartilha com os melhores amigos, Ron Weasley e Hermione Granger, todas as aventuras emocionantes que continuam a acontecer na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Também neste quarto ano, acontecimentos inesperados – como, por exemplo, a presença de um novo professor de Defesa Contra a Arte das Trevas e um evento extraordinário promovido na escola – alvoroçam os ânimos dos estudantes. Outras escolas de magia se apresentam e alguns de seus alunos, ao lado de veteranos de Hogwarts, liderados pelo sábio Prof. Dumbledore, terão de demonstrar todas as habilidades mágicas – e não mágicas – que vêm adquirindo ao longo de suas vidas. Estarão eles preparados para tudo que lhes está reservado? Seu desempenho será satisfatório para que nada de grave lhes aconteça?

Capítulo 1 - A casa dos Riddle
Capítulo 2 - A cicatriz
Capítulo 3 - O convite
Capítulo 4 - De volta à Toca
Capítulo 5 - As "Gemialidades" Weasley
Capítulo 6 - A Chave dePortal
Capítulo 7 - Bagman e Crouch
Capítulo 8 - A copa mundial de quadribol
Capítulo 9 - A marca negra
Capítulo 10 - Caos no Ministério
Capítulo 11 - A bordo do Expresso de Hogwarts
Capítulo 12 - O Torneio Tribruxo
Capítulo 13 - Olho-tonto Moody
Capítulo 14 - As maldições imperdoáveis
Capítulo 15 - Beauxbatons e Durmstrang
Capítulo 16 - O cálice de fogo
Capítulo 17 - Os quatro campeões
Capítulo 18 - A pesagem das varinhas
Capítulo 19 - O Rabo-Córneo Húngaro
Capítulo 20 - A primeira tarefa
Capítulo 21 - A Frente de Libertação dos Elfos Domésticos
Capítulo 22 - A tarefa inesperada
Capítulo 23 - O baile de inverno
Capítulo 24 - O furo jornalístico de Rita Skeeter
Capítulo 25 - O ovo e o olho
Capítulo 26 - A segunda tarefa
Capítulo 27 - A volta de Almofadinhas
Capítulo 28 - A loucura do Sr. Crouch
Capítulo 29 - O sonho
Capítulo 30 - A penseira
Capítulo 31 - A terceira tarefa
Capítulo 32 - Osso, carne e sangue
Capítulo 33 - Os comensais da morte
Capítulo 34 - Priori Incantatem
Capítulo 35 - Veritaserum
Capítulo 36 - Os caminhos se separam
Capítulo 37 - O começo

Harry Potter 3


Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban
Harry Potter é um menino bastante fora do comum. Está ansioso pelo término das férias de verão, se empenha em realizar todos os deveres de casa, e, além de tudo, ele é um bruxo.
Ao regressar para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, a atmosfera é tensa. Sirius Black, por muitos considerado um servo de Lord Voldemort, esteve preso durante doze longos anos na temível fortaleza de Azkaban, condenado pela morte de treze pessoas com um único feitiço, e agora está foragido. Uma pista indica o lugar para onde ele se dirigiu – os guardas de Azkaban o ouviram murmurar enquanto dormia: “Ele está em Hogwarts… ele está em Hogwarts.”
Harry Potter não está seguro nem mesmo entre as paredes de sua escola de magia, rodeado de amigos. Porque, ainda por cima, pode haver um traidor no meio deles.

Capítulo 1 - O correio coruja
Capítulo 2 - O grande erro de Tia Guida
Capítulo 3 - O Nôitibus Andante
Capítulo 4 - O Caldeirão Furado
Capítulo 5 - O dementador
Capítulo 6 - Garras e folhas de chá
Capítulo 7 - O Bicho-Papão no armário
Capítulo 8 - A fuga da mulher gorda
Capítulo 9 - A amarga derrota
Capítulo 10 - O mapa do maroto
Capítulo 11 - A firebolt
Capítulo 12 - O patrono
Capítulo 13 - Grifinoria versus Corvinal
Capítulo 14 - O ressentimento de Snape
Capítulo 15 - A final do campeonato de quadribol
Capítulo 16 - A predição da professora Trelawney
Capítulo 17 - Gato, rato e cão
Capítulo 18 - Aluado, Rabicho, Almofadinhas e Pontas
Capítulo 19 - O servo de Lord Voldemort
Capítulo 20 - O beijo do Dementador
Capítulo 21 - O segredo de Hermione
Capítulo 22 - O novo correio-coruja

Harry Potter 2


Harry Potter e a Câmara Secreta

Os Dursley foram tão mesquinhos e abomináveis durante aquelas férias de verão, que Harry Potter só queria voltar para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Na hora em que está arrumando as malas, contudo, ele recebe um aviso de um elfo doméstico estranho chamado Dobby, que diz que se Harry Potter voltar a Hogwarts haverá uma catástrofe.
E ela, de fato, acontece. No segundo ano de Harry em Hogwarts, surgem novos tormentos e horrores. Aguentar o arrogante professor de Defesa Contra a Arte das Trevas, Gilderoy Lockhart, driblar o assédio do coleguinha deslumbrado que a todo custo queria fotografá-lo e conseguir um autógrafo, ignorar a tímida paixão e desviar da atenção indesejada de Gina Weasley, e suportar as lamúrias da Murta que Geme, um espírito que ocupa o banheiro das meninas, não é exatamente a melhor coisa que podia acontecer a Harry, mas, sem dúvida alguma, isso representa muito pouco diante do grande mistério que envolve a petrificação de alguns estudantes da escola. Quem ou o que estaria por trás daquelas ocorrências assustadoras? Seria Draco Malfoy, mais venenoso do que nunca? Talvez Hagrid, cujo misterioso passado é finalmente revelado? Ou o responsável por todo o pânico e tumulto seria aquele de quem todos na escola suspeitam... o próprio Harry Potter? Como descobrir e eliminar definitivamente a ameaça que está aterrorizando Hogwarts?

Capítulo 1 - O pior aniversário
Capítulo 2 - O aviso de Dobby
Capítulo 3 - A toca
Capítulo 4 - Na Floreios e Borrões
Capítulo 5 - O Salgueiro Lutador
Capítulo 6 - Gilderoy Lockhart
Capítulo 7 - Sangue ruim e vozes invisíveis
Capítulo 8 - A festa do aniversário de morte
Capítulo 9 - A pichação na parede
Capítulo 10 - O balaço errante
Capítulo 11 - O clube dos duelos
Capítulo 12 - A poção Polissuco
Capítulo 13 - O diário secretíssimo
Capítulo 14 - Cornélio Fudge
Capítulo 15 - Aragogue
Capítulo 16 - A Câmara Secreta
Capítulo 17 - O herdeiro de Slytherin
Capítulo 18 - A recompensa de Dobby

Harry Potter 1


Harry Potter e a Pedra Filosofal





Um bebê é deixado à porta da família Dursley, com uma carta que explica quem ele é e quais os mistérios que envolvem sua sobrevivência, após um duelo no qual seus pais morreram. Onze anos mais tarde, Harry Potter recebe o melhor dos presentes de aniversário: descobre que é um bruxo e como tal deve ser educado. Conduzido por Rúbeo Hagrid, o doce e atrapalhado gigante, Harry inicia sua trajetória no cotidiano da magia. Na escola de bruxaria de Hogwarts, sob a direção de Alvo Dumbledore, ele aprende a fazer poções, feitiços, a transformar coisas, e a “pilotar” uma vassoura. Enfrenta as dificuldades normais de um principiante e alguns obstáculos a mais são impingidos por sua fama. Afinal, Harry Potter, mesmo sem saber, derrotou o mais terrível dos feiticeiros. Agora para prosseguir vitorioso, precisa aprender a dominar a sabedoria contida em valores simples da vida como a amizade, a perseverança, e principalmente, o amor.


Capítulo 1 - O menino que sobreviveu
Capítulo 2 - O vidro que sumiu
Capítulo 3 - As cartas de ninguém
Capítulo 4 - O Guardião das Chaves
Capítulo 5 - O Beco Diagonal
Capítulo 6 - Embarque na plataforma nove e meia
Capítulo 7 - O Chapéu Seletor
Capítulo 8 - O mestre das Poções
Capítulo 9 - O duelo à meia-noite
Capítulo 10 - O Dia das Bruxas
Capítulo 11 - Quadribol
Capítulo 12 - O espelho de Ojesed
Capítulo 13 - Nicolau Flamel
Capítulo 14 - Noberto, o dragão norueguês
Capítulo 15 - A Floresta Proibida
Capítulo 16 - No alçapão
Capítulo 17 - O homem de duas caras

A Culpa é das Estrelas

Já a muito tempo as pessoas me dizem que esse livro é algo que realmente vale a pena ler, dizem que se assemelha em alguns aspectos com minha vida e achei uma página na internet que o oferece gratuitamente, trouxe o link para lermos juntos:

A CULPA É DAS ESTRELAS narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.
Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.



quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Mais de João Ubaldo Ribeiro

"Maus perdedores", por João Ubaldo Ribeiro

Sete a um e você via que os alemães não fizeram mais por constrangimento

Quando eu era estudante nos Estados Unidos, numa distante década do século passado, tive um excelente professor de Ciência Política, dr. William Bruce Storm. Ficamos amigos e de vez em quando eu ia a seu escritório no campus, onde batíamos papo e ele sempre me ensinava alguma coisa, nem sempre de política.

Até hoje, por exemplo, sou um cachimbólogo razoável, porque ele me fez algumas fantásticas palestras sobre cachimbos, que ele pitava sem cessar, inclusive nas aulas, bons tempos. Um dia ele se queixou de que o time de futebol americano da universidade tinha perdido outra vez, parecia que queria acumular uma derrota atrás da outra. Sem conhecer nada de futebol americano, mas querendo responder alguma coisa, comentei brilhantemente que esporte é assim mesmo, um dia se perde, no outro se ganha.

Son — disse ele — show me a good loser, and I’ll show you a loser.

Botei esse inglês aí porque gosto me lembrar da cara e da voz dele, quando me falou isso, e para quem souber inglês e quiser citar o original. A tradução é “Filho, me mostre um bom perdedor e eu lhe mostrarei um perdedor.”

Sofridíssimo torcedor do Vitória, o mais antigo clube de futebol da Bahia e o último a ganhar um campeonato estadual, eu cansei de me prometer, sem nunca conseguir, parar de esbravejar, discutir e até romper com amigos, quando, na decisão e jogando pelo empate, o Vitória fazia um a zero e a gente já começava a comemorar, só que Carlito, um idolatrado centroavante do Bahia, fazia um gol de bunda e outro de joelho, nos últimos 15 minutos do jogo, e o Bahia mais uma vez levava a taça. Tenho sempre que recorrer à lição do professor Storm, para resignar-me à minha condição de péssimo perdedor, que sempre fui.

Claro que, a esta altura, eu não devia mais estar falando sobre a Copa (cartas de reclamação para o editor, por misericórdia). Todo mundo já falou e escreveu tudo sobre a Copa e agora os assuntos são outros, além de eu não entender de futebol e perder todas as discussões no boteco.

Mas ainda escrevo sem saber o resultado do jogo de ontem (ontem, sábado, mas não para mim, que escrevo antes) e que pode ter sido outra vergonheira, além de, naturalmente, não ter visto o jogo de daqui a pouco, no qual sou Alemanha, não por qualquer animosidade contra os argentinos, mas em homenagem a meu neto alemão.

Ele ainda é bebê, mas vocês precisam ver como chora bem em alemão, é um povo muito adiantado. E — nunca se sabe do futuro — pode ser o primeiro passo para a Alemanha aceitar a imigração de um avô de alemão.

Além disso, há os amigos. Não tenho ido a Itaparica recentemente e, como se diz hoje em dia e creio que é mais chique, não tive participação presencial na repercussão do enxovalhamento de nossas cores realizado no Mineirão. Mas Zecamunista me telefonou.

— Sibéria! — gritou ele — Sibéria! Nos tempos gloriosos da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, você sabe muito bem o que acontecia, não sabe? Aquele time soviético que tomou dois a zero do Brasil na Suécia, depois que o famoso cérebro eletrônico deles previu vitória para eles, aquele time, com técnico, massagista e tudo, foi mandado para a Sibéria com passagem só de ida!

Foram todos ficar lá na Sibéria, no Baixo Curugustão ou na Alta Eslobóvia, com o rabo gelando pela eternidade e obrigados a ver o dia todo um filme com Garrincha passando e deixando quatro russos estatelados na lama! E isso foi dois a zero, não foi aquela ninhada de ratos do Mineirão, sete a um e você via que os alemães não fizeram mais por constrangimento, podia ser no mínimo uns dezesseis!

Você viu, os alemães dançavam uma polcazinha leve até a área brasileira e um perguntava ao outro:
Mein Kamaraden, focê quer fazer essa gol? Nein, nein, muita obrigadas, muito gentilische de seu parte, fá focê, por fafor. Ach, nein, enton deischa pro Karl, que ainda non fez a dele, fai lá Karl! No quarto gol, eu pensei que era replay, não dava nem para assimilar, botaram o Íbis em campo, de camisa amarela.

— Mas, Zeca, se bem me lembro, você costumava denunciar o futebol como um anestésico das massas e...

— Não misture as coisas! Isto é uma manobra manjada para desviar o centro da discussão, eu estou falando sobre uma catástrofe pública! Seu amigo Toinho Sabacu...

— Que é que houve com Toinho?

— Não houve nada, só que ele teve de reforçar os remédios para a pressão e ficou dois dias sem sair de casa, aqui muita gente passou mal e quiseram até jogar pedra na televisão de Manolo. Em vez de escrever as besteiras de costume, você devia botar no jornal um artigo sério contra a Lei da Palmada. Vai ver que foi por causa dela que a família Scolari degringolou.

Se Felipão pudesse dar umas palmadas em seus meninos, uns puxõezinhos de orelha no vestiário ou meia dúzia de bolos, botar de cara para um canto da sala, mandar escrever duzentas vezes, com boa letra, “de agora em diante só vou chorar na cama”, essas coisas, talvez a hecatombe não tivesse acontecido, esses irresponsáveis em Brasília fazem as leis e não medem as consequências.

Eu estive pensando e agora tenho certeza de que os brasileiros devem esquecer futebol e se concentrar naquilo em que nós somos bons. Você viu o inglês que dizem que faturou duzentos milhões, vendendo bilhetes desviados?

Mas que pretensão, a desse inglês. Roubo de duzentos milhões aqui eu acho que nem sai do jornal, de tão fichinha, aqui é roubo municipal no interior, esse inglês não tem qualificação nem para uma deputança. Esqueçamos o passado, vêm aí as eleições, hora de escolher democraticamente o seu ladrão!

"Precisa-se de Matéria Prima para construir um País"

Esse texto foi-me repassado por minha mãe adotiva Lenir e deu polêmica
quando, em intuito de ajudar as pessoas a se reconhecerem no meio social
e político ao qual fazemos parte, compartilhei com colegas de profissão.
Espero que os visitantes de minha página não tenham o orgulho ferido e se
disponham a gastarem cinco minutos refletindo sobre esses pontos.


"Precisa-se de Matéria Prima para construir um País"

A crença geral anterior era que Collor não servia, bem como Itamar e
Fernando Henrique. Agora dizemos que Lula não serve.
E o que vier depois de Lula também não servirá para nada..

Por isso estou começando a suspeitar que o problema
não está no ladrão corrupto que foi Collor, ou na farsa que é o Lula.
O problema está em nós. Nós como POVO.
Nós como matéria prima de um país.

Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA" é a moeda
que sempre é valorizada, tanto ou mais do que o dólar.

Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma
virtude mais apreciada do que formar uma família, baseada em valores e
respeito aos demais.

Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais
jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas
caixas nas calçadas onde se paga por um só jornal...
E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO OS DEMAIS ONDE
ESTÃO.

Pertenço ao país onde as "EMPRESAS PRIVADAS" são
papelarias particulares de seus empregados desonestos, que levam
para casa, como se fosse correto, folhas de papel, lápis, canetas, clipes
e tudo o que possa ser útil para o trabalho dos filhos ...e para eles mesmos.

Pertenço a um país onde a gente se sente o máximo
porque conseguiu "puxar" a tevê a cabo do vizinho, onde a gente frauda a
declaração de imposto de renda para não pagar ou pagar menos impostos.

Pertenço a um país onde a impontualidade é um hábito.

Onde os diretores das empresas não valorizam o
capital humano.

Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as
pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo
por não limpar os esgotos.

Onde pessoas fazem "gatos" para roubar luz e água e
nos queixamos de como esses serviços estão caros.

Onde não existe a cultura pela leitura (exemplo maior
nosso atual Presidente, que recentemente falou que é "muito chato
ter que ler") e não há consciência nem memória política, histórica nem
econômica.

Onde nossos congressistas trabalham dois dias por semana para aprovar
projetos e leis que só servem para afundar ao que não tem, encher o saco
ao que tem pouco e beneficiar só a alguns.

Pertenço a um país onde as carteiras de motorista e os certificados
médicos podem ser "comprados", sem fazer nenhum exame.

Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança
nos braços, ou um inválido, fica em pé no ônibus, enquanto a pessoa que
está sentada finge que dorme para não dar o lugar.

Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o
pedestre. Um país onde fazemos um monte de coisa errada, mas nos
esbaldamos em criticar nossos governantes.

Quanto mais analiso os defeitos do Fernando Henrique e do Lula, melhor me
sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem "molhei" a mão de um guarda
de trânsito para não ser multado.

Quanto mais digo o quanto o Dirceu é culpado, melhor sou eu como
brasileiro, apesar de ainda hoje de manhã passei para trás um cliente
através de uma fraude, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

Não! Não! Não! Já basta!!.

Como "Matéria Prima" de um país, temos muitas coisas boas, mas nos falta
muito para sermos os homens e mulheres que nosso país precisa.

Esses defeitos, essa "ESPERTEZA BRASILEIRA"
congênita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até
converter-se em casos de escândalo, essa falta de qualidade humana, mais do
que Collor, Itamar, Fernando Henrique ou Lula, é que é real e
honestamente ruim, porque todos eles são brasileiros como nós, ELEITOS POR NÓS.
Nascidos aqui, não em outra parte...

Me entristeço.

Porque, ainda que Lula renunciasse hoje mesmo, o próximo presidente que
o suceder terá que continuar trabalhando com a mesma matéria prima
defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.
E não poderá fazer nada...

Não tenho nenhuma garantia de que alguém o possa fazer melhor, mas
enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar
primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Collor, nem serviu Itamar, não serviu Fernando Henrique, e nem
serve Lula, nem servirá o que vier.

Qual é a alternativa?

Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a
força e por meio do terror?

Aqui faz falta outra coisa.
E enquanto essa "outra coisa" não comece a surgir de
baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro
para os lados, ou como queiram, seguiremos
igualmente condenados, igualmente estancados....igualmente sacaneados!!!

É muito gostoso ser brasileiro.
Mas quando essa brasilinidade autóctone começa a ser
um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, aí a
coisa muda...

Não esperemos acender uma vela a todos os Santos, a ver se nos mandam um
Messias.

Nós temos que mudar, um novo governador com os mesmos
brasileiros não poderá fazer nada.
Está muito claro... Somos nós os que temos que
mudar.

Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que
anda nos acontecendo:
desculpamos a mediocridade mediante programas de
televisão nefastos e francamente tolerantes com o fracasso.
É a indústria da desculpa e da estupidez.

Agora, depois desta mensagem, francamente decidi
procurar o responsável, não para castigá-lo, senão para exigir-lhe (sim,
exigir-lhe) que melhore seu comportamento e que não se faça de surdo, de
desentendido.

Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO QUE
O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.

AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO EM OUTRO LADO.

E você, o que pensa?.. MEDITE!

-.João Ubaldo Ribeiro.-

Vamos montar nossa arvore de natal...


História da árvore de Natal, tradição, origem, imagem, dia de montar a árvore de Natal, simbolismo

História e significado da árvore de Natal
Em vários países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para enfeitar casas e outros ambientes. Junto com as decorações natalinas, as árvores garantem um clima especial nesta importante época do ano.

De acordo com pesquisadores das tradições cristãs, a montagem de árvore de Natal teve início no ano de 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Numa determinada  noite, enquanto andava pela floresta, Lutero ficou impressionado com os lindos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a formar a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua residência. Além das estrelas, algodão e outros ornamentos, Lutero usou velas acesas para mostrar aos seus familiares a linda cena que havia visto na floresta.

Esta tradição chegou ao continente americano através de alguns alemães, que vieram residir na América durante o período colonial. 
árvore de NatalNo Brasil, país em que o cristianismo prevalece, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares na época natalina, pois, além de decorar, simbolizam paz, alegria e esperança. As árvores de Natal também simbolizam a vida, pois em dezembro no hemisfério norte, ocorre o inverno e as árvores perdem as folhas. Uma árvore frondosa e cheia de enfeites simboliza a vida.
Dia de montar a árvore de Natal
- De acordo com a tradição católica, a árvore de Natal deve ser montada a partir do dia 30 de novembro, que é o começo do período do advento. Sua montagem deve ser aos poucos, intensificando-se a partir de 17 de dezembro (momento em que a Bíblia começa a falar do nascimento de Jesus). Em 6 de janeiro (Dia de Reis), de acordo com esta tradição, é o dia de desmontar a árvore de Natal.
  

Já tirei uma foto sua..., mas no final não bastará a lembrança

Te Tomaré Una Foto

Recordaré por siempre aun si no querrás
Me casaré contigo no te lo esperas mas
Te he buscado y te he encontrado, todo en un solo rato
Y por la ansia de perderte te tomaré una foto

Recordaré por siempre y sé que no querrás
Te llamaré porque tu no contestaras
Ahora me hace reír pensarte como un juego
Te perdí y entonces ya te tomo otra foto

Por qué escaparías pequeña ahora desde mi mano
Y un día se transformará veloz en un año

Y te olvidaras de mi
Cuando llueve, perfiles y casas recuerdan a ti
Y será hermosísimo
Por ti tienen un solo sabor alegría y dolor
Quisiera
Solo que ahora pueda pronto irse esta noche
Y lo que siempre me dijiste nunca mas regrese
Y quiero amor y todo lo que siempre sabes darme
Y quiero indiferencia si solo querrás herirme

Reconocí tu mirada en otra semejante
Aun si estuvieras aquí te sentiría distante
Y para ser mas honesto me siento muy pequeño
Mi pesadilla mas grande mi enorme sueño
Somos hijos de mundos distintos de misma memoria
Que ingenua dibuja y borra la misma historia

Y te olvidarás de mi
Cuando llueve, perfiles y casas recuerdan a ti
Y será hermosísimo
Por ti tienen un solo sabor alegría y dolor
Quisiera
Solo que ahora pueda pronto irse esta noche
Y lo que siempre me dijiste nunca mas regrese
Y quiero amor y todo lo que siempre sabes darme
Y quiero indiferencia si solo querrás herirme

No bastará el recuerdo
Ahora quiero tu regreso

Y será hermosísimo
Por ti tienen un solo sabor alegría y dolor
Alegría y dolor
Yo Quisiera
Solo que ahora pueda pronto irse esta noche
Y lo que siempre me dijiste nunca mas regrese
Y quiero amor y todo lo que siempre sabes darme
Y quiero indiferencia si solo querrás herirme

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Vc sabia????? All Hallow's Even

O halloween é um tipo de celebração pagã dos antigos povos celtas que viveram no território que compreende Inglaterra, França e Alemanha. Primeiramente foi chamado de All Hallow’s Even (noite que antecede o dia de todos os santos) e posteriormente reduzido para Halloween. Os símbolos presentes nesta comemoração são:
Bruxas: são as principais simbologias dessa festa. As histórias contam que as bruxas participavam de festas realizadas pelo diabo, que normalmente eram realizadas em 30 de abril e 31 de outubro. Tal crença chegou aos Estados Unidos por seus colonizadores e a partir daí se espalhou por todo o mundo, tomando várias formas diferentes.
Abóboras e velas: as abóboras simbolizam fertilidade e sabedoria, enquanto as velas servem para iluminar o caminho dos espíritos. Conta a lenda que a prática de cortar a abóbora e colocar uma vela acesa dentro dela surgiu da estória de Jack, homem que gostava muito de beber e que se encontrou com o diabo no dia em que bebeu em demasia. Esperto, aprisionou o diabo em vários locais até o dia em que, de tanto beber, morreu. Sua entrada no céu foi negada e no inferno também, já que humilhava o diabo em vida. A partir daí a alma de Jack passou a perambular pelo mundo. As abóboras iluminadas então passaram a ser utilizadas por Jack para fugir da escuridão e iluminar seu caminho.
Gato Preto: é um símbolo ligado às bruxas, pois elas conseguem se transformar em gatos. Outras superstições acerca dos gatos são que esses são fontes de azar e que também são espíritos de pessoas mortas.
Travessuras ou gostosuras: é uma brincadeira existente desde o século IX. Neste período as pessoas faziam os “bolos das almas” com massa simples e cobertura de groselha para entregar às crianças que, devidamente fantasiadas, batiam de porta em porta para pedir os bolos. Em troca de cada pedaço de bolo, a criança se comprometia a rezar pela alma de um parente de quem lhe ofereceu.
Vassoura: é um símbolo do poder feminino em limpar tudo aquilo que traz consequências negativas para a vida, como eletricidade e pensamentos negativos.
Morcego: simboliza a visão que ultrapassa as aparências e consegue ver o íntimo das pessoas.
Maçã: fruta associada aos deuses do amor, é utilizada na festa como símbolo de vida.

As cores mais usadas na festa de halloween também possuem significados que fazem a diferença na noite dos santos:
Laranja: cor que traz vitalidade, energia e força. Acreditam que os espíritos se aproximavam dos que estavam de laranja para  sugar suas energias.
Preto: cor predominante dos magos, bruxas, feiticeiras e sacerdotes do mestre das trevas.
Roxo: simboliza a magia presente em toda a comemoração de halloween.
Por Gabriela Cabral

Ainda sinto tanto medo

Hoje acordei consciente de minha situação completamente solitária, mas nem um pouco infeliz...
Mas agora, dia 28 de outubro as 16:49, estou com medo... Está literalmente chovendo granizo e aqui está fazendo muito barulho. Espero q a Lila esteja bem, sozinha em casa ela deve estar com mais medo q eu... que ainda durmo todas as noites com as luzes ligadas... As vezes sou acometida por um ato de bravura, ppmente quando estou tao cansada que rapidamente dormirei, então desligo a luz e com o coração acelerado corro pra me deitar... mas agora não tenho mais a necessidade de ser sempre corajosa... estou com medo da chuva, do escuro, do granizo... Preocupada com a Lila e tentando parecer imparcial... Vida de mulher moderna também tem dessas coisas... E hoje sequei o cabelo antes de vir trabalhar, torcendo para um excelente dia... mas como um agouro, sempre ando com o guarda chuvas...
As pessoas falam tanto q a chuva é boa e precisamos da chuva, pela água potável ou para as plantas, mas as vezes acho uma afronta q ela fique tanto tempo sem vir pra cair assim, com tanta força... causando tanto medo... volto ao trabalho...

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Eu bebi todas pra esquecer... Isso me ajudou a lembrar

"""It's not like you to say sorry
I was waiting on a different story
This time I'm mistaken
For handing you a heart worth breaking
And I've been wrong, I've been down
Been to the bottom of every bottle
These five words in my head
Scream "are we having fun yet?"""""

'''''' Não é do seu feitio pedir desculpas
Eu estava esperando por uma história diferente
Dessa vez, o meu erro
Foi entregar a você um coração que valesse a pena partir
E eu estive errado, eu estive deprimido
Andei bebendo todas para esquecer
Estas cinco palavras dentro da minha cabeça
Gritam: "Nós ainda estamos nos divertindo?"""""

domingo, 26 de outubro de 2014

Qual a melhor forma de morrer?

Sufocamento (com desmaio)

Rapidez da morte: Média
Sofrimento causado: Baixíssimo

Eficiência: 90%

Eu considero essa como sendo a melhor forma de suicídio que existe, porque não há sofrimento ou dor e, quando morrer, você estará inconsciente. O que é preciso aqui é usar algum sonífero ou sedativo numa máscara totalmente fechada que não permita a respiração e em seguida por no rosto. Pronto, pois aqui o suicida desmaia rapidamente por causa do sonífero e morre em seguida por asfixia, pois a máscara não permite a respiração. Ouvi alguns casos de pessoas que morreram acidentalmente dessa maneira cheirando lança-perfume com o rosto sobre o travesseiro.

Conclusão

Eu acho que o sofrimento faz parte da vida e temer senti-lo durante a morte é quase uma covardia, mas isso vai de acordo com o que cada um pensa. Acredito que as pessoas que querem se suicidar precisam, antes de tudo, de tratamento e acompanhamento psicológico. O suicídio só deveria ser pensado em último caso, pois a vida sempre nos dá uma segunda chance. Amante da vida que sou, acho o suicídio um desperdício, pois a vida precisa ser aproveitada até o último segundo, uma vez que não há garantia alguma que possa haver algo após a morte.

Na verdade, não há uma melhor forma de morrer - desde que a sua vida tenha valido a pena. O que vale a pena não é como se morre, mas, sim, como se vive. Precisamos encarar a morte: e não temê-la.

http://ideiasembalsamadas.blogspot.com.br/2012/10/qual-e-melhor-forma-de-morrer.html

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Quando te conheci, Ra, eu pensava assim...

Aqui Estaré

Angélica Vale

Se que nunca me veras, como la niña de tus sueños
Se que no te fijarás, en la fachada de mis huesos
Es cierto que la luna no es de queso, y que no tengo curvas de modelo
Se que nunca entenderás, este absurdo sentimiento
Yo se que no tendré jamás, la fortuna de un beso
Es cierto que a diario estoy viviendo, en un cuento de hadas que me invento
Y aun así, te cuidare, casi leyendote el pensamiento
Y aun asi, me quedare, siempre a tu lado junto a tus silencios
Y aun asi, te seguire, hasta que el mundo cambie y gire al reves
Aquí estaré
Se que nunca me veras, como la causa de un desvelo
Yo se que no comprenderas, que soy el angel de tu cuento
Entiendo que tus ojos tienen miedo, de ver a la mujer que soy por dentro
Y aun así, te cuidare, casi leyendote el pensamiento
Y aun asi, me quedare, siempre a tu lado junto a tus silencios
Y aun asi, te seguire, hasta que el mundo cambie y gire al reves
Aquí estaré
Y aun así, te cuidare, casi leyendote el pensamiento
Y aun asi, me quedare, siempre a tu lado junto a tus silencios
Y aun asi, te seguire, hasta que el mundo cambie y gire al reves
Aquí estaré.

Fuiste Tu

Fuiste Tu

Ricardo Arjona

Fuiste tu
Tenerte fue una foto tuya puesta en mi cartera
Un beso y verte hacer pequeño por la carretera
Lo tuyo fue la intermitencia y la melancolía
Lo mi fue aceptarlo todo porque te quería
Verte llegar fue luz, verte partir un blues
Fuiste tu
De mas esta decir que sobra decir tantas cosas
O aprendes a querer la espina o no aceptes rosas
Jamas te dije una mentira o te invente un chantaje
Las nubes grises también forman parte del paisaje
Y no me veas así, si hubo un culpable aquí
Fuiste tu
Que fácil fue tocar el cielo la primera vez
Cuando los besos fueron el motor de arranque
Que encendió la luz que hoy se desaparece
Así se disfraza el amor para su conveniencia
Aceptando todo sin hacer preguntas
Y dejando al tiempo la estocada a muerte
Nada mas que decir
Solo queda insistir
Dilo
Fuiste tu
La luz de neón del barrio sabe que estoy tan cansada
Me ha visto caminar descalza por la madrugada
Estoy en medio del que soy y del que tu quisieras
Queriendo despertar pensando como no quisiera
Y no me veas así, si hubo un culpable aquí
Fuiste tu
Que facil fue tocar el cielo la primera vez
Cuando los besos fueron el motor de arranque
Que encendio la luz que hoy se desaparece
Asi se disfraza el amor para su conveniencia
Aceptando todo sin hacer preguntas
Y dejando al tiempo la estocada a muerte
Nada mas que decir
Solo queda insistir
Fuiste tu
Que facil fue tocar el cielo la primera vez
Cuando los besos fueron el motor de arranque
Que encendio la luz que hoy se desaparece
Asi se disfraza el amor para su conveniencia
Aceptando todo sin hacer preguntas
Y dejando al tiempo la estocada a muerte
Nada mas que decir
Si quieres insistir
Fuiste tu

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Eu sempre te amarei

A Thousand Years

Heart beats fast
Colors and promises
How to be brave
How can I love when I'm afraid to fall
But watching you stand alone
All of my doubt suddenly goes away somehow

One step closer

I have died every day waiting for you
Darling, don't be afraid I have loved you
For a thousand years
I'll love you for a thousand more

Time stands still
Beauty in all she is
I will be brave
I will not let anything take away
What's standing in front of me
Every breath
Every hour has come to this

One step closer

I have died every day waiting for you
Darling, don't be afraid, I have loved you
For a thousand years
I'll love you for a thousand more

And all along I believed I would find you
Time has brought your heart to me
I have loved you for a thousand years
I'll love you for a thousand more

One step closer
One step closer

I have died every day waiting for you
Darling, don't be afraid, I have loved you
For a thousand years
I'll love you for a thousand more

And all along I believed I would find you
Time has brought your heart to me
I have loved you for a thousand years
I'll love you for a thousand more

Mil Anos

O coração acelerado
Cores e promessas
Como ser corajosa?
Como posso amar quando tenho medo de me apaixonar?
Mas ao ver você sozinho
Toda a minha dúvida de repente se vai de alguma maneira

Um pouco mais perto

Eu morri todos os dias esperando você
Querido, não tenha medo eu amei você
Por mil anos
Eu amarei você por mais mil

O tempo para
A beleza em tudo o que ela é
Terei coragem
Não deixarei nada levar embora
O que está à minha frente
Cada suspiro
Cada momento nos trouxe aqui

Um pouco mais perto

Eu morri todos os dias esperando você
Querido, não tenha medo, eu amei você
Por mil anos
Eu amarei você por mais mil

E o tempo todo eu acreditei que encontraria você
O tempo trouxe o seu coração para mim
Eu amei você por mil anos
Eu vou amar você por mais mil

Um pouco mais perto
Um pouco mais perto

Eu morri todos os dias esperando você
Querido, não tenha medo, eu amei você
Por mil anos
Eu amarei você por mais mil

E o tempo todo eu acreditei que encontraria você
O tempo trouxe o seu coração para mim
Eu amei você por mil anos
Eu vou amar você por mais mil

sábado, 11 de outubro de 2014

Quando vc chorou eu enxuguei suas lagrimas

My Immortal

I'm so tired of being here
Suppressed by all my childish fears
And if you have to leave
I wish that you would just leave
'Cause your presence still lingers here
And it won't leave me alone

These wounds won't seem to heal
This pain is just too real
There's just too much that time cannot erase

When you cried, I'd wipe away all of your tears
When you'd scream, I'd fight away all of your fears
And I held your hand through all of these years
But you still have all of me

You used to captivate me
By your resonating light
Now, I'm bound by the life you've left behind
Your face it haunts my once pleasant dreams
Your voice it chased away all the sanity in me

These wounds won't seem to heal
This pain is just too real
There's just too much that time cannot erase

When you cried, I'd wipe away all of your tears
When you'd scream, I'd fight away all of your fears
And I held your hand through all of these years
But you still have all of me

I've tried so hard to tell myself that you're gone
But though you're still with me
I've been alone all along

When you cried, I'd wipe away all of your tears
When you'd scream, I'd fight away all of your fears
And I held your hand through all of these years
But you still have all of me

Meu Imortal

Estou tão cansada de estar aqui
Reprimida por todos os meus medos infantis
E se você tiver que ir
Eu desejo que vá logo
Porque sua presença ainda permanece aqui
E isso não vai me deixar sozinha

Essas feridas parecem não cicatrizar
Essa dor é tão real
Há tantas coisas que o tempo não pode apagar

Quando você chorou, eu enxuguei todas as suas lágrimas
Quando você gritou, eu lutei contra todos os seus medos
E eu segurei sua mão por todos estes anos
Mas você ainda tem tudo de mim

Você costumava me cativar
Com a sua luz ressonante
Agora sou limitada pela vida que você deixou para trás
Seu rosto assombra todos os meus sonhos que já foram agradáveis
Sua voz expulsou toda a sanidade em mim

Essas feridas parecem não cicatrizar
Essa dor é tão real
Há tantas coisas que o tempo não pode apagar

Quando você chorou, eu enxuguei todas as suas lágrimas
Quando você gritou, eu lutei contra todos os seus medos
E eu segurei sua mão por todos estes anos
Mas você ainda tem tudo de mim

Eu tentei tanto dizer à mim mesma que você se foi
E embora você ainda esteja comigo
Eu tenho estado sozinha por todo esse tempo

Quando você chorou, eu enxuguei todas as suas lágrimas
Quando você gritou, eu lutei contra todos os seus medos
E eu segurei sua mão por todos estes anos
Mas você ainda tem tudo de mim